A cidade educadora reconhece o território como espaço de aprendizagem, memória e construção de pertencimento. Neste artigo, discutimos como a formação docente, a educação patrimonial e a gestão de projetos podem atuar de forma integrada para identificar, interpretar e valorizar os patrimônios presentes no cotidiano. A partir de autores como Paulo Freire, Maria Cecília Londres Fonseca, Edgar Morin e Françoise Choay, refletimos sobre a importância da participação social, da intersetorialidade e de práticas educativas capazes de transformar o território em patrimônio vivo, continuamente ressignificado por suas comunidades.