Saúde nas Cidades: O Impacto do Planejamento Urbano

A saúde das populações urbanas é influenciada por fatores que vão muito além do acesso a hospitais e serviços médicos. O ambiente construído — incluindo mobilidade urbana, saneamento básico, presença de áreas verdes e qualidade dos espaços públicos — desempenha papel decisivo na promoção do bem-estar físico e mental. Este artigo discute como o planejamento urbano impacta diretamente a saúde pública, apresentando dados institucionais e pesquisas que evidenciam a relação entre infraestrutura urbana, desigualdades territoriais e qualidade de vida nas cidades.
EIA-RIMA e a PNMA: técnica, política e viabilidade

O EIA-RIMA é um dos principais instrumentos do licenciamento ambiental brasileiro e desempenha papel estratégico na viabilidade de projetos urbanos e de infraestrutura. Fundamentado na Política Nacional do Meio Ambiente, esse mecanismo busca integrar desenvolvimento econômico, proteção ambiental e participação social, antecipando impactos e reduzindo riscos jurídicos e territoriais. Neste artigo, discutimos a evolução institucional da política ambiental no Brasil, os desafios atuais diante das mudanças legislativas e o papel do arquiteto e urbanista na mediação entre técnica, sustentabilidade e planejamento territorial. O domínio desses instrumentos amplia a atuação profissional e contribui para a construção de cidades mais resilientes, inclusivas e sustentáveis.
Estudo de Impacto de Vizinhança: o que é e por que importa

Neste artigo, você vai entender o que é o EIV, por que ele é importante para a sociedade e como arquitetos e urbanistas atuam na mediação entre legislação, projeto e participação social. O texto também apresenta reflexões sobre sustentabilidade, mobilidade urbana e os desafios do planejamento contemporâneo, mostrando como esse instrumento pode qualificar projetos e promover cidades mais justas, inclusivas e resilientes.
Arquitetura para todos: da intenção ao exercício profissional

Falar em arquitetura para todos implica ultrapassar o discurso normativo e compreender como esse princípio se materializa no exercício cotidiano da profissão. Este artigo aprofunda a discussão iniciada no primeiro texto da série, deslocando o debate do campo conceitual para o plano da prática profissional, analisando o papel do arquiteto como mediador técnico, social e cultural. A partir de referências institucionais e de abordagens contemporâneas da arquitetura e do urbanismo, discute-se como acessibilidade, inclusão, comunicação e responsabilidade técnica se articulam no processo projetual e na gestão dos projetos.
Estatuto da Cidade e Estatuto da Metrópole na Arquitetura

1. Introdução – Arquitetura, legislação urbana e responsabilidade técnica A atuação do arquiteto e urbanista no Brasil ocorre em um campo indissociável entre projeto, legislação e política urbana. Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, a cidade passou a ser reconhecida como um bem coletivo, cuja produção e apropriação devem atender ao interesse social. […]
Reúso adaptativo e preservação: quando o antigo serve ao futuro

O artigo aborda o reúso adaptativo e a preservação do patrimônio arquitetônico como estratégias para aliar memória, sustentabilidade e inovação, destacando o papel do arquiteto na requalificação de edifícios e na construção de cidades mais responsáveis e culturalmente conectadas.
Tomada de decisão na arquitetura

A tomada de decisão na arquitetura tornou-se um eixo central da prática profissional diante da complexidade urbana, dos critérios ESG e da necessidade de processos estruturados. O artigo discute como a gestão de projetos, a leitura sistêmica e a mediação de interesses qualificam escolhas técnicas, éticas e territoriais no ambiente construído contemporâneo.
Gestão de projetos como base da arquitetura atual

A gestão de projetos na arquitetura tornou-se essencial diante da complexidade urbana, da transformação digital e das exigências ESG. O artigo analisa como processos estruturados, comunicação estratégica e tomada de decisão baseada em dados ampliam o papel do arquiteto e qualificam os resultados ao longo de todo o ciclo do projeto.
Tendências em Arquitetura e Gestão de Projetos para 2026

Este artigo apresenta uma análise estratégica das principais tendências em arquitetura e gestão de projetos para 2026. A partir de referências institucionais e práticas contemporâneas, o texto discute a integração entre transformação digital, gestão de projetos, ESG e o fator humano como eixos estruturantes da atuação profissional. O objetivo é contribuir para uma leitura crítica e qualificada sobre os desafios e oportunidades que redefinem a prática de arquitetos e urbanistas no cenário contemporâneo.
Retrospectiva 2025: Lições e Aprendizados

O ano de 2025 evidenciou transformações profundas na prática da arquitetura e do urbanismo. A partir dos artigos mais lidos do blog Pensaer, esta retrospectiva na arquitetura e urbanismo analisa os principais temas que mobilizaram profissionais e estudantes: gentrificação urbana, crise climática, inovação, briefing, metodologias ágeis e organização pessoal aplicada à gestão de projetos. Mais do que tendências isoladas, esses conteúdos revelam uma mudança estrutural na forma de pensar, planejar e gerir projetos e cidades.