Patrimônio cultural além do tombamento

O patrimônio cultural está muito além dos bens tombados. Ele também está presente no cotidiano, nos vestígios arqueológicos, na alimentação, na música, nas práticas culturais e nos lugares que ajudam a construir a memória e a identidade de uma cidade.
Quem ensina o arquiteto a transformar projeto em profissão?

O artigo analisa o descompasso entre a formação universitária e a prática profissional na arquitetura. Descubra por que a excelência técnica não garante posicionamento de mercado e como aprender a comunicar, precificar e capturar o valor real do seu projeto.
Maturidade organizacional: da avaliação à evolução

O diagnóstico de maturidade organizacional representa apenas o ponto de partida para o desenvolvimento de uma organização. Fundamentado em autores como Argyris, Senge, Teece, Kotter e nas diretrizes da ISO 37000 e do PMI, este artigo discute como aprendizagem organizacional, capacidades dinâmicas e governança se articulam para transformar conhecimento em processos consistentes, fortalecendo a adaptação, a competitividade e a geração de valor em escritórios de arquitetura.
Maturidade organizacional: em que estágio está sua empresa?

A maturidade organizacional representa a capacidade de uma empresa evoluir de forma estruturada, fortalecendo sua governança, seus processos e sua tomada de decisão ao longo do tempo. Mais do que uma classificação, trata-se de uma jornada contínua de desenvolvimento, na qual diferentes capacidades organizacionais amadurecem em ritmos distintos. Neste artigo, apresentamos os principais conceitos relacionados aos níveis de maturidade organizacional, discutimos como os modelos internacionais abordam essa evolução e propomos uma leitura aplicada à realidade de empresas intensivas em conhecimento. Ao compreender as características de cada estágio, gestores podem identificar oportunidades de melhoria, definir prioridades estratégicas e construir organizações mais preparadas para enfrentar os desafios de um ambiente cada vez mais complexo e dinâmico. Este é o segundo artigo da série da Pensaer sobre maturidade organizacional e governança, dedicada a apoiar empresas na construção de uma gestão mais integrada, resiliente e orientada à geração de valor.
Maturidade de Governança: como avaliar sua empresa

Crescer é diferente de amadurecer Toda organização nasce com um propósito. Algumas surgem da iniciativa de um empreendedor que identifica uma oportunidade de mercado; outras, da união de profissionais que compartilham conhecimentos e objetivos comuns. Nos primeiros anos, é natural que as decisões sejam centralizadas, os processos pouco formalizados e as atividades sejam conduzidas de […]
Empreendedorismo: da ideia ao negócio

O empreendedorismo costuma ser apresentado como o caminho para a independência financeira e o crescimento profissional. Entretanto, transformar uma ideia em um negócio sustentável exige muito mais do que entusiasmo. Neste artigo discutimos o empreendedorismo sob uma perspectiva crítica, abordando as etapas de criação, validação e consolidação de um negócio, bem como ferramentas amplamente utilizadas para reduzir incertezas e apoiar a tomada de decisão, como Business Model Canvas, SWOT, Design Thinking, Brainstorm, Mapas Mentais e Mapa de Stakeholders.
Cidades Inteligentes começam com boas decisões

A inteligência das cidades não está apenas nos dados ou na tecnologia, mas na capacidade de transformá-los em decisões que promovam sustentabilidade, inclusão e qualidade de vida. Entenda por que as cidades inteligentes começam com boas escolhas.
Ah, Lisboa! O que aprender e o que esquecer com você

O artigo propõe uma leitura crítica da cidade de Lisboa a partir do olhar do urbanismo contemporâneo, analisando como a relação entre patrimônio histórico, uso misto e espaço público contribui para a vitalidade urbana. Ao mesmo tempo, evidencia contradições estruturais, como a precariedade da acessibilidade, os desafios da caminhabilidade e a segregação socioespacial. A mobilidade integrada surge como um ponto forte, enquanto a apropriação dos espaços públicos reforça a dimensão humana da cidade. A análise dialoga com autores clássicos do urbanismo para demonstrar que cidades não devem ser replicadas, mas compreendidas em sua complexidade.
Infraestrutura Urbana e Saúde: território e desigualdade

A infraestrutura urbana, especialmente o saneamento básico, constitui um dos principais determinantes da saúde pública nas cidades contemporâneas. Este artigo discute como o acesso desigual à água e ao esgotamento sanitário expressa e reproduz desigualdades territoriais, à luz do conceito de direito à cidade, de Henri Lefebvre, e da noção de território, de Milton Santos. A análise é articulada aos direitos humanos e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, evidenciando a centralidade do planejamento urbano na construção de cidades mais justas e saudáveis.
Como as Áreas Verdes Transformam a Saúde Urbana

As áreas verdes deixaram de ser elementos complementares no planejamento urbano para se consolidarem como infraestruras essenciais à saúde pública. Este artigo discute, com base em evidências científicas, como parques, praças e corredores verdes impactam positivamente a saúde física e mental, mitigam efeitos ambientais críticos e evidenciam desigualdades socioespaciais. Defende-se que o arquiteto e urbanista, aliado à gestão de projetos, desempenha papel estratégico na construção de cidades mais saudáveis, resilientes e equitativas.