Cidades Inteligentes começam com boas decisões

Imagem conceitual de uma cidade inteligente onde planejamento urbano, governança, dados e participação social se conectam para apoiar melhores decisões para o território.

A inteligência das cidades não está apenas nos dados ou na tecnologia, mas na capacidade de transformá-los em decisões que promovam sustentabilidade, inclusão e qualidade de vida. Entenda por que as cidades inteligentes começam com boas escolhas.

Ah, Lisboa! O que aprender e o que esquecer com você

Espaço público em Lisboa com fachadas históricas, cafés nas calçadas e pessoas circulando, representando o urbanismo e a vivência da cidade.

O artigo propõe uma leitura crítica da cidade de Lisboa a partir do olhar do urbanismo contemporâneo, analisando como a relação entre patrimônio histórico, uso misto e espaço público contribui para a vitalidade urbana. Ao mesmo tempo, evidencia contradições estruturais, como a precariedade da acessibilidade, os desafios da caminhabilidade e a segregação socioespacial. A mobilidade integrada surge como um ponto forte, enquanto a apropriação dos espaços públicos reforça a dimensão humana da cidade. A análise dialoga com autores clássicos do urbanismo para demonstrar que cidades não devem ser replicadas, mas compreendidas em sua complexidade.

Infraestrutura Urbana e Saúde: território e desigualdade

Ilustração conceitual de infraestrutura urbana com redes de saneamento e contrastes territoriais, representando desigualdades urbanas e seus impactos na saúde pública.

A infraestrutura urbana, especialmente o saneamento básico, constitui um dos principais determinantes da saúde pública nas cidades contemporâneas. Este artigo discute como o acesso desigual à água e ao esgotamento sanitário expressa e reproduz desigualdades territoriais, à luz do conceito de direito à cidade, de Henri Lefebvre, e da noção de território, de Milton Santos. A análise é articulada aos direitos humanos e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, evidenciando a centralidade do planejamento urbano na construção de cidades mais justas e saudáveis.

Como as Áreas Verdes Transformam a Saúde Urbana

Cidade com áreas verdes integradas ao espaço urbano, mostrando a relação entre áreas verdes e saúde urbana por meio de parques, árvores e pessoas em atividades ao ar livre.

As áreas verdes deixaram de ser elementos complementares no planejamento urbano para se consolidarem como infraestruras essenciais à saúde pública. Este artigo discute, com base em evidências científicas, como parques, praças e corredores verdes impactam positivamente a saúde física e mental, mitigam efeitos ambientais críticos e evidenciam desigualdades socioespaciais. Defende-se que o arquiteto e urbanista, aliado à gestão de projetos, desempenha papel estratégico na construção de cidades mais saudáveis, resilientes e equitativas.

EIA-RIMA e a PNMA: técnica, política e viabilidade

Profissionais analisando estudo de impacto ambiental em área urbana e natural integrada, representando o processo de EIA-RIMA no licenciamento ambiental.

O EIA-RIMA é um dos principais instrumentos do licenciamento ambiental brasileiro e desempenha papel estratégico na viabilidade de projetos urbanos e de infraestrutura. Fundamentado na Política Nacional do Meio Ambiente, esse mecanismo busca integrar desenvolvimento econômico, proteção ambiental e participação social, antecipando impactos e reduzindo riscos jurídicos e territoriais. Neste artigo, discutimos a evolução institucional da política ambiental no Brasil, os desafios atuais diante das mudanças legislativas e o papel do arquiteto e urbanista na mediação entre técnica, sustentabilidade e planejamento territorial. O domínio desses instrumentos amplia a atuação profissional e contribui para a construção de cidades mais resilientes, inclusivas e sustentáveis.

Estudo de Impacto de Vizinhança: o que é e por que importa

Imagem de paisagem urbana contemporânea brasileira, com edifícios residenciais e comerciais integrados a espaços públicos qualificados, áreas verdes, calçadas amplas, ciclovias e transporte coletivo, com pessoas caminhando e convivendo, representando planejamento urbano, mobilidade sustentável e participação social na transformação da cidade.

Neste artigo, você vai entender o que é o EIV, por que ele é importante para a sociedade e como arquitetos e urbanistas atuam na mediação entre legislação, projeto e participação social. O texto também apresenta reflexões sobre sustentabilidade, mobilidade urbana e os desafios do planejamento contemporâneo, mostrando como esse instrumento pode qualificar projetos e promover cidades mais justas, inclusivas e resilientes.

Arquitetura para todos: da intenção ao exercício profissional

Espaço arquitetônico inclusivo com pessoas diversas utilizando o ambiente, representando a arquitetura para todos na prática profissional.

Falar em arquitetura para todos implica ultrapassar o discurso normativo e compreender como esse princípio se materializa no exercício cotidiano da profissão. Este artigo aprofunda a discussão iniciada no primeiro texto da série, deslocando o debate do campo conceitual para o plano da prática profissional, analisando o papel do arquiteto como mediador técnico, social e cultural. A partir de referências institucionais e de abordagens contemporâneas da arquitetura e do urbanismo, discute-se como acessibilidade, inclusão, comunicação e responsabilidade técnica se articulam no processo projetual e na gestão dos projetos.

Estatuto da Cidade e Estatuto da Metrópole na Arquitetura

Ilustração de cidade planejada com diferentes usos urbanos, representando o Estatuto da Cidade e o Estatuto da Metrópole na arquitetura e no planejamento urbano sustentável.

1. Introdução – Arquitetura, legislação urbana e responsabilidade técnica A atuação do arquiteto e urbanista no Brasil ocorre em um campo indissociável entre projeto, legislação e política urbana. Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, a cidade passou a ser reconhecida como um bem coletivo, cuja produção e apropriação devem atender ao interesse social. […]

Tendências em Arquitetura e Gestão de Projetos para 2026

Ilustração conceitual sobre tendências em arquitetura e gestão de projetos para 2026, integrando cidade, tecnologia, sustentabilidade e planejamento urbano.

Este artigo apresenta uma análise estratégica das principais tendências em arquitetura e gestão de projetos para 2026. A partir de referências institucionais e práticas contemporâneas, o texto discute a integração entre transformação digital, gestão de projetos, ESG e o fator humano como eixos estruturantes da atuação profissional. O objetivo é contribuir para uma leitura crítica e qualificada sobre os desafios e oportunidades que redefinem a prática de arquitetos e urbanistas no cenário contemporâneo.

Retrospectiva 2025: Lições e Aprendizados

Vista aérea de uma cidade contemporânea mostrando a complexidade do tecido urbano, com infraestrutura, áreas verdes e edificações, relacionada à arquitetura, urbanismo e gestão de projetos.

O ano de 2025 evidenciou transformações profundas na prática da arquitetura e do urbanismo. A partir dos artigos mais lidos do blog Pensaer, esta retrospectiva na arquitetura e urbanismo analisa os principais temas que mobilizaram profissionais e estudantes: gentrificação urbana, crise climática, inovação, briefing, metodologias ágeis e organização pessoal aplicada à gestão de projetos. Mais do que tendências isoladas, esses conteúdos revelam uma mudança estrutural na forma de pensar, planejar e gerir projetos e cidades.