Habitar o Patrimônio: Pessoas, Memória e Continuidade Urbana

O artigo reflete sobre a importância das pessoas que vivem em áreas patrimoniais na conservação do patrimônio construído. Destaca o papel do pertencimento territorial e das relações afetivas na preservação, defendendo que políticas públicas devem integrar ações sociais e urbanas para fortalecer o vínculo entre comunidade, técnicos e poder público. Preservar é também habitar com consciência, transformando o patrimônio em um legado vivo.